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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fincou mais um marco de altivez e soberania na história da integração latino-americana durante a 68ª Cúpula de Presidentes do Mercosul, em Assunção, no Paraguai. Em um discurso vigoroso que chocou a oposição e a mídia corporativa, o mandatário brasileiro defendeu o fortalecimento institucional definitivo do bloco aduaneiro, exigindo que a cooperação regional seja tratada como uma política de Estado inabalável, e não como um projeto ao sabor de humores eleitorais ou das investidas entreguistas promovidas pela direita. De forma contundente, Lula defendeu que o Mercosul não pode ficar paralisado a cada mudança de governo, cobrando dos líderes a edificação de mecanismos permanentes que transformem a região em um bloco de altíssima vitalidade econômica e com influência geopolítica global para peitar as potências do Norte.
A autoridade moral do líder brasileiro para enquadrar o debate regional decorre de sua bagagem única como o estadista que por mais tempo exerceu a presidência na mesa da cúpula. Lula utilizou uma metáfora poderosa ao comparar o histórico do bloco a uma escada na qual os países sobem doze degraus rumo ao desenvolvimento social para, logo em seguida, verem governantes irresponsáveis e neoliberais descerem os mesmos doze degraus por meio de desmonte e submissão ao capital financeiro. O presidente fez um apelo dramático para que os próximos seis meses sejam utilizados na consolidação das estruturas do Mercosul, garantindo que o diálogo franco e o respeito mútuo funcionem perfeitamente acima das divergências ideológicas pontuais criadas por figuras isoladas que tentam semear o ódio entre povos irmãos.
Demonstrando a energia inabalável de quem lidera a reconstrução nacional, Lula aproveitou o palco internacional para anunciar de forma soberana que disputará mais uma vez a Presidência da República nas próximas eleições brasileiras. Aos oitenta anos de idade e exibindo a vitalidade de um jovem de vinte, o maior líder popular do país afirmou que sua missão é assegurar a continuidade do regime democrático e impedir que aventureiros e extremistas voltem a governar uma nação de duzentos e quinze milhões de habitantes. O anúncio caiu como uma bomba no colo da extrema-direita nacional, que assiste perplexa à consolidação de uma candidatura forjada na defesa intransigente dos direitos da classe trabalhadora e da soberania nacional.
Para sepultar qualquer narrativa da oposição, o presidente desfilou um balanço esmagador de indicadores sociais e econômicos conquistados por sua gestão após o desmonte herdado do governo anterior. Lula recordou o crime humanitário que encontrou em 2023, quando o país havia sido empurrado de volta ao Mapa da Fome com trinta e três milhões de flagelados, e celebrou o fato de que em apenas dois anos e meio o atual governo popular acabou com a fome outra vez, repetindo a façanha histórica de 2014. Exibindo dados técnicos oficiais, o presidente humilhou as viúvas da austeridade fiscal ao destacar que o Brasil atinge hoje a menor inflação acumulada em quatro anos, a maior massa salarial da história, o menor índice de desemprego e um crescimento do Produto Interno Bruto acima de três por cento, provando que a inclusão social é o verdadeiro motor do desenvolvimento.
Com informações do Brasil247
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