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Após reunião com família e advogados, o ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, operador do PSDB, decidiu que, por enquanto não fechará um acordo de colaboração premiada. A informação é da coluna de Mônica Bergamo.
Ele, que segundo autoridades da Suíça tinha mais de R$ 100 milhões em contas no exterior, chegou a ser preso em abril, sob a suspeita de desviar R$ 7,7 milhões destinados ao realojamento de pessoas deslocadas para a construção do trecho sul do Rodoanel, em São Paulo. As irregularidades teriam ocorrido durante as gestões dos governadores José Serra e Geraldo Alckmin.
De acordo com documento sigiloso enviado ao Brasil pelas autoridades suíças, conforme revelado pela Folha, Souza abriu quatro contas no banco Bordier & Cie, em Genebra. Um comunicado do Ministério Público da Confederação Suíça apontou que, entre 2007 e 2009, quando ela era diretor da Dersa, durante o governo de José Serra, elas receberam "numerosas entradas de fundos".
As contas tinham saldo de US$ 34 milhões quando o engenheiro decidiu transferir os valores para as Bahamas, em 2017. O valor equivale a R$ 121 milhões.
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