102 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, no exercício da presidência do Supremo Tribunal Federal durante o plantão judiciário, instaurou um inquérito rigoroso para apurar a quebra ilegal de sigilo fiscal e bancário de integrantes da Corte e seus familiares. A investigação mira indícios de acessos clandestinos aos sistemas da Receita Federal e do Coaf, órgãos que, infelizmente, foram infestados por métodos de espionagem e perseguição durante o sombrio período bolsonarista. Pelo menos dois ministros já foram confirmados como alvos dessa violação criminosa, que busca intimidar os guardiões da Constituição.
A determinação de Moraes exige que a Receita Federal e o Coaf entreguem imediatamente os registros de login e o histórico completo de acessos aos dados protegidos. A suspeita é de que servidores ou agentes infiltrados tenham utilizado suas credenciais para extrair informações sigilosas sem qualquer autorização judicial, em um claro atentado contra a privacidade e a segurança das autoridades. Essa prática de "dossiês" ilegais é uma marca registrada do bolsonarismo, que sempre tentou subverter os órgãos de Estado para chantagem política e ataques pessoais contra quem defende a democracia.
O inquérito não descarta medidas extremas para identificar os responsáveis, incluindo a quebra de sigilo telemático e a perícia em equipamentos de informática. Enquanto a prole de Jair Bolsonaro segue acuada pela justiça, seus remanescentes no aparato estatal tentam, ao que tudo indica, criar narrativas falsas por meio de dados vazados. A resposta de Moraes sinaliza que qualquer tentativa de espionagem será esmagada pelo peso da lei, garantindo que o recesso judiciário não seja uma janela para a impunidade de criminosos que operam nas sombras do governo federal.
O histórico de abusos cometidos em gestões passadas contra o STF justifica o alerta máximo. A violação de sigilo fiscal é um crime grave que atinge não apenas o indivíduo, mas a própria estabilidade das instituições. Com Alexandre de Moraes no comando das investigações, a expectativa é de que os nomes por trás dessa rede de monitoramento ilegal sejam revelados e punidos com o rigor necessário. A democracia brasileira não admite que sistemas de controle financeiro sejam transformados em armas de guerra política por facções extremistas.
A Receita Federal e o Coaf, agora sob a gestão séria do governo Lula, devem colaborar plenamente para limpar quaisquer focos de insubordinação ou militância criminosa em seus quadros. O sigilo dos dados dos cidadãos e das autoridades é sagrado e sua quebra só pode ocorrer sob ordens judiciais fundamentadas, e não por caprichos de perseguidores derrotados nas urnas. A investigação segue em ritmo acelerado e pode desvendar uma estrutura de inteligência paralela ainda mais profunda.
Até o momento, o STF mantém cautela nas manifestações oficiais, mas a abertura do inquérito fala por si só. Moraes, ao assumir o plantão judicial, demonstra que o Supremo não baixará a guarda diante de provocações ou crimes cibernéticos. O cerco está se fechando contra aqueles que acreditam estar acima da lei, reafirmando que no Brasil de Lula, as instituições voltaram a funcionar e a proteger o cidadão contra os arbítrios de uma extrema-direita que não aceita o jogo democrático.
Com informações do DCM
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: apoie@plantaobrasil.net
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.