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O diretório do PSL no Rio de Janeiro ingressou com representação contra o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio, Eduardo Gussem, e o promotor Cláucio Cardoso da Conceição junto à Corregedoria Geral do Ministério Público Fluminense. Na representação disciplinar, a legenda alega que os dois agiram irregularmente na investigação sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o blog do jornalista Fausto Macedo, do jornal o Estado de S. Paulo, as representações foram assinadas pelo próprio Flávio Bolsonaro e outros nove deputados federais e oito estaduais. Segundo a ações, Gussem e Conceição teriam praticado "sistemática e recorrente antecipação e divulgação pública de informações sigilosas sob seu domínio"; além de abrir "processo penal ’paralelo’ operado na mídia com o claro objetivo de comprometer a reputação de pessoa presumida inocente".
A ação diz, ainda, que os procuradores atuaram para "apresentar ao Brasil, com tintas vermelhas de sangue, as figuras transfiguradas como culpadas e condenadas" do parlamentar e de seu ex-assessor. Segundo o PSL, eles teriam incorrido em seis irregularidades: negligência no exercício de suas funções, procedimento reprovável, infringência de vedação, descumprimento de dever funcional, e conduta que denotou desrespeito às leis vigentes e à própria instituição, além de "revelação de segredo que detinha em razão do cargo.
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