Mamata sem fim: Bolsonaro ’demite’ seguidores de Olavo de Carvalho do MEC mas dá cargo público com salário altíssimo em TV estatal

Portal Plantão Brasil
5/4/2019 10:15

Mamata sem fim: Bolsonaro ’demite’ seguidores de Olavo de Carvalho do MEC mas dá cargo público com salário altíssimo em TV estatal

0 0 0 0

2044 visitas - Fonte: Catraca Livre

DO CATRACA LIVRE











Como se vê, esse post acima não diz exatamente a verdade.

Seguidores de Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro, foram demitidos do Ministério da Educação.

Mas vão continuar recebendo dinheiro público.

Estão sendo alojados na TV Escola.

É um canal de comunicação bancado pelo MEC, mas gerido pela Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto

Missão da TV Escola: produzir e veicular conteúdos audiovisuais em rede aberta para melhorar práticas pedagógicas.

As demissões ocorrem, entre outras coisas, porque os militares querem diminuir a influência dos olavetes, como são conhecidos, no MEC.



A descoberta é do O Globo.







Trecho da reportagem:



Ao menos três ex-integrantes do grupo “ideológico” da pasta, composto pelos autodenominados “olavetes”, foram automaticamente empregados pela TV após deixarem o MEC: Tiago Tondinelli, ex-chefe de gabinete do ministro Ricardo Vélez Rodríguez; Eduardo Freire de Melo, ex-adjunto do cargo de secretário-executivo; e Rodrigo de Almeida Morais, ex-assessor da pasta.

Exonerado ontem do cargo de assessor de Vélez, Bruno Meirelles Garschagen também poderá ser contratado pela TV Escola. Ele estaria negociando um cargo alto de chefia em Brasília. Garschagen é autor do livro “Pare de acreditar no governo”, de 2015, no qual ele agradece ao hoje ministro, a quem chama de “professor”, e também a Olavo de Carvalho e sua mulher, Roxane Andrade.





Um dos já contratados, Tiago Tondinelli, que chefiou o gabinete de Vélez por cerca de dois meses, é advogado. Ele foi admitido na TV Escola para trabalhar na assessoria jurídica. Servidores do MEC afirmam que Tondinelli propagava teorias conspiratórias e falava na necessidade de um setor de inteligência na pasta, chegando a causar constrangimentos em reuniões de trabalho.



Freire de Melo, que era adjunto do cargo de secretário-executivo do MEC, estava ligado ao grupo ideológico da pasta, apesar de ser militar da reserva. Ele foi demitido em 11 de março, mesmo dia da exoneração de Tondinelli. Melo assumiu um cargo importante na TV Escola, de diretor geral adjunto.



APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!

Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.



O Plantão Brasil é um site independente. Se você quer ajudar na luta contra o golpismo e por um Brasil melhor, compartilhe com seus amigos e em grupos de Facebook e WhatsApp. Quanto mais gente tiver acesso às informações, menos poder terá a manipulação da mídia golpista.


Últimas notícias

Notícias do Flamengo Notícias do Corinthians