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Bolsonaro e Sergio Moro, covardes como sempre, calaram-se diante do assassinato a sangue frio de um músico no Rio de Janeiro, com mais de 80 tiros. No carro estava uma família, incluindo 2 crianças.
O exército de Bolsonaro não mandou o carro parar, simplesmente disparou 80 vezes contra o carro com tiros de fuzil. Uma pedestre que tentou ajudar as duas crianças foi baleada, e o sogro do músico que faleceu também foi baleado.
A viúva do músico diz que os militares riram enquanto ela pedia socorro a eles. A matéria da Globo no Fantástico mostrou claramente os militares rindo.
Bolsonaro, chefe do exército, se calou. Ontem em uma entrevista chapa-branca com um dos piores jornalistas do país, Augusto Nunes, em meio a mais de 20 perguntas que pareciam ter sido combinadas e muita lambição de bolas, não houve uma pergunta sobre o fato.
O porta-voz da presidência disse que Bolsonaro não comentou o caso. Sergio Moro, ministro da Justiça (Justissa no caso dele, que é semi-analfabeto e não entende nada de Justiça), também mostrou que é um covardão e se calou.
10 militares foram presos mas já há a expectativa para saber quanto tempo os assassinos ficarão atrás das grades. 2 dias? 1 semana? 1 mês, ou nem isso?
Flávio Bolsonaro, envolvido com milícias e assassinos, já homenageou 2 policiais assassinos. Um deles matou 4 inocentes em 2003. Foi homenageado por Flávio em sessão solene da Alerj, tudo com dinheiro público. Outro, que está foragido hoje, matou 2 inocentes em 2004 e estava preso por assassinato quando ganhou de Flávio a maior honraria da PM, também em sessão solene.
Não contente, Flávio também deu emprego para a mãe e a irmã do policial assassino que estava preso. Juntas, ganhavam quase 15 mil por mês.
Vale a pena ser policial e assassino de inocentes no governo Bolsonaro. Eles não matam bandido, porque os bandidos são eles mesmos.
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