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Uma bomba caseira com fezes foi lançada contra os integrantes do ato público com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira, 8, no centro do Rio de Janeiro. O artefato —feito com uma garrafa PET— provocou forte estrondo e espalhou mau cheiro no local.
No mesmo dia, o juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal de Brasília, responsável por mandar prender o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, teve seu carro atingido por fezes de animais, estrume, terra e ovos enquanto ele dirigia.
Borelli não se feriu, mas tem sido vítima de ataques e ameaças desde que decretou a prisão preventiva do ex-ministro de Bolsonaro, em 22 de junho.
No dia 16 de junho, em Uberlândia (MG), momentos antes de um evento político com o ex-presidente Lula e o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) começar, um drone sobrevoou o local onde os participantes e militantes aguardavam e atirou fezes e urina nos presentes.
Ao discursar no evento, Lula lembrou que faz política desde 1982 e que nunca tinha visto nada igual. Segundo ele, não podia ser "um ser humano normal, um canalha quem coloca um drone para jogar sujeira em cima de homem, mulher e crianças".
Verdade. Realmente o uso de fezes como arma política é, no mínimo, inusitado. Mas parece estar se tornando a principal arma da militância bolsonarista nessa campanha eleitoral.
Mas o presidente da República ainda não deu uma ordem unida a seus militantes determinando que parem de jogar fezes e outras sujeiras contra os adversários políticos. Enquanto Bolsonaro não falar, corre o risco de se acumpliciar.
Alguém precisa avisá-lo de que não há como preparar e lançar artefatos com fezes sem se sujar desta imundície.
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