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Léo Índio, cujo nome verdadeiro é Leonardo Rodrigues de Jesus, é alvo da 19ª fase da Operação Lesa Pátria e tem uma conexão profunda com seu primo, Carlos Bolsonaro. Sua presença pode ser a chave para colocar a família Bolsonaro no epicentro das investigações sobre os atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.
Em abril, a Procuradoria-Geral da República incluiu Léo Índio nas investigações sobre os atos golpistas. Ele já havia chamado a atenção anteriormente por postar uma foto nas redes sociais em frente ao Congresso Nacional pouco antes dos atos de vandalismo que também afetaram o Palácio do Planalto e o STF.
Após a repercussão negativa, Léo Índio tentou se justificar nas redes sociais, alegando que seus olhos estavam vermelhos devido ao gás lacrimogêneo e não por participação nos atos. Ele também tentou desviar a culpa, alegando que os atos foram realizados por "infiltrados" da esquerda, uma narrativa que foi rapidamente adotada pela família Bolsonaro e seus apoiadores.
A investigação sobre Léo Índio, especialmente as mensagens em seu celular, pode ser a conexão direta da família Bolsonaro com os atos de 8 de janeiro. Sem uma profissão clara, Léo Índio afirmou ser vendedor, mas sua vida mudou drasticamente com a ascensão política de seu tio, Jair Bolsonaro.
Léo Índio atuou na arrecadação de fundos para o ato de 7 de Setembro, onde Bolsonaro atacou o ministro Alexandre de Moraes. Ele também tentou se eleger em 2022, mas não teve sucesso, terminando com apenas 1.801 votos.
*Com informações da Revista Fórum
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