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Léo Índio, que se identifica como sobrinho do presidente Jair Bolsonaro, está novamente sob investigação da Polícia Federal (PF) por sua possível participação no planejamento e execução dos atos golpistas que culminaram na invasão e vandalismo das sedes dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro. Militantes bolsonaristas e grupos de extrema direita estiveram envolvidos nesses eventos.
A PF, na 19ª fase da Operação Lesa Pátria, emitiu um mandado de busca e apreensão contra Léo Índio. Esta não é a primeira vez que ele é alvo da operação. Indícios apontam que Léo Índio, que compartilhou fotos nas redes sociais durante os ataques de 8 de janeiro, pode ter colaborado com outros indivíduos na organização do ato.
A jornalista Camila Bomfim, do G1, informou que a PF busca coletar mais provas e identificar outros envolvidos no planejamento e execução dos atos golpistas. A operação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, teve como objetivo cumprir cinco mandados de prisão e outros 13 de busca e apreensão em quatro estados.
Entre os alvos da operação, além de Léo Índio, estavam José Carlos da Silva, Luiz Antônio Villar de Sena, Cézar Guimarães Galli Júnior, Fabrício Cisneiros Colombo e Walter Pereira.
*Com informações do Brasil 247
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