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Na Cisjordânia, território sob controle israelense e administrado pela Autoridade Nacional Palestina, o grupo Hamas não possui atuação política ou militar. No entanto, desde 8 de outubro, Israel já causou a morte de 102 palestinos na região, incluindo crianças, mulheres e idosos. Nenhum desses civis estava armado ou envolvido em atividades militares do Hamas.
Os palestinos têm sido alvo de ataques frequentes, muitas vezes justificados como uma resposta à ameaça do Hamas. No entanto, a rotina de violência na Cisjordânia, que se intensificou após os ataques do Hamas em 7 de outubro, levanta questionamentos sobre as verdadeiras intenções de Israel na região.
O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e outros críticos argumentam que a ação de Israel na Cisjordânia e em Gaza não é uma guerra, mas sim um genocídio. Eles apontam para o alto número de vítimas civis, incluindo crianças, como evidência de que Israel está usando o pretexto de combater o Hamas para justificar ataques contra palestinos inocentes.
A comunidade internacional, incluindo a ONU, tem sido criticada por sua inação diante da crescente crise humanitária na região. Muitos acreditam que a verdadeira intenção de Israel é realizar uma limpeza étnica nos territórios palestinos.
*Com informações do Brasil 247.
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