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A Polícia Federal (PF) intensifica as investigações sobre a gestão do general Walter Braga Netto no Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro. O foco está em possíveis ligações suspeitas de militares da reserva na mediação de contratos milionários. O jornal "Folha de S. Paulo" revelou que as suspeitas vão além da compra de coletes balísticos, envolvendo contratos de R$ 17,5 milhões para aquisição de blindados que não foram usados na intervenção e ficaram sob custódia do Exército.
A PF está analisando contratações que somam R$ 1,2 bilhão, correlacionando dados de quebras de sigilo e materiais apreendidos. A investigação também aborda a compra de coletes e serviços da Verint Systems, empresa ligada a suspeitas de monitoramento ilegal de opositores e adversários políticos de Jair Bolsonaro pela Abin.
O general Paulo Assis e o coronel Robson Queiroz, ambos da reserva, são apontados como intermediários chave em contratos, incluindo a aquisição de coletes balísticos. A PF sugere que Assis teria vendido influência sobre figuras políticas, incluindo Bolsonaro e Braga Netto, para facilitar contratações milionárias.
Em resposta, Braga Netto defendeu a legalidade dos contratos, citando a aprovação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e enfatizou que não teve envolvimento direto nas decisões finais das contratações.
*Com informações do Brasil 247
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