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O Senado Federal, nesta quarta-feira (25), rejeitou a indicação de Igor Roque para o posto de defensor público-geral da Defensoria Pública da União (DPU). A nomeação de Roque, que contava com o respaldo do ex-presidente Lula, foi barrada após uma votação apertada, com 38 votos contrários e 35 a favor. Para ser aprovado, o indicado necessitaria de, no mínimo, 41 votos favoráveis.
Igor Roque, que foi o segundo mais votado em uma lista tríplice elaborada pelos próprios defensores públicos, enfrentou forte resistência de senadores alinhados ao bolsonarismo. A controvérsia surgiu após um evento promovido pela DPU em setembro, que abordou temas relacionados à saúde da mulher, incluindo a discussão sobre o aborto. Essa ligação de Roque com o evento gerou uma campanha adversa à sua nomeação.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) foi uma das vozes mais ativas contra Roque. No plenário do Senado, Girão criticou o evento da DPU, acusando a instituição de "incitar ao crime e fazer apologia ao aborto". Ele ainda mencionou a intenção de levar o caso à Corregedoria Nacional da DPU, alegando que a postura da Defensoria contrariava o direito à vida, assegurado pela Constituição.
*Com informações do Brasil 247
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