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O Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF-MG) busca acesso às evidências coletadas pela Polícia Federal relacionadas à suposta vigilância ilegal de críticos e rivais políticos durante o governo de Jair Bolsonaro, realizada por membros da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
O MPF solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que interceda para obter as provas. A decisão final sobre o compartilhamento está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).
Carlos Bruno Ferreira da Silva, procurador do MPF-MG, ressaltou que a Abin tem sido reticente em fornecer informações sobre o suposto sistema de monitoramento ilegal. A investigação preliminar, iniciada em março, enfrentou obstáculos devido à relutância da agência em detalhar o funcionamento do First Mile, um sistema israelense que, supostamente, permitia à Abin rastrear celulares sem autorização judicial.
Recentemente, a Polícia Federal realizou uma operação que resultou na execução de 25 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão preventiva. A Abin, por sua vez, afirmou estar colaborando com as investigações e considerou a operação como uma forma de retaliação.
Outro escândalo veio à luz nesta sexta-feira (27), a denúncia envolve a suposta espionagem em larga escala de computadores por meio de um malware, capaz de acessar todo o conteúdo dos dispositivos comprometidos.
Com informações do G1.
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