839 visitas - Fonte: Plantão Brasil/X
O Superior Tribunal Militar (STM) está avaliando punições severas para os responsáveis pelo furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Exército, localizado em Barueri, São Paulo. As penas para os militares implicados podem ultrapassar 50 anos, levando em conta os agravantes e qualificadoras dos crimes.
Seis pedidos de prisão preventiva foram apresentados à Justiça Militar e, se aprovados, os acusados serão detidos no 2° Batalhão de Polícia do Exército em Osasco. Os crimes em análise incluem furto, peculato, receptação e desaparecimento de armas, com algumas qualificadoras que podem intensificar as penas.
Por exemplo, enquanto o furto simples pode resultar em uma pena de um a seis anos, a qualificadora de furto noturno pode estender essa pena para dois a oito anos. O peculato, que se refere à apropriação indevida de bens, pode levar a uma pena de três a 15 anos, especialmente se o valor desviado for significativo.
Apesar das possíveis condenações, a expulsão dos militares do Exército não é garantida. Para militares de patente inferior, uma condenação com pena superior a dois anos é necessária para a expulsão. Já para oficiais, o processo de expulsão é mais complexo e envolve análise pelo Conselho de Justificação e julgamento pelo STM.
Sete militares, variando de soldados a tenentes, estão sob investigação pelo desvio das armas. As autoridades também estão investigando possíveis ligações com o crime organizado para a venda subsequente das armas. Atualmente, 17 das metralhadoras foram recuperadas, mas quatro continuam desaparecidas.
Com informações do G1
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