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Em meio a um cenário global onde líderes como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscam a paz e a cooperação, Israel toma uma atitude alarmante ao cortar abruptamente a comunicação na Faixa de Gaza. Diplomatas de todo o mundo, preocupados, veem sinais de uma possível escalada militar na região. A ONU, por sua vez, alerta para uma crise humanitária emergente, agravada por uma ofensiva terrestre e aérea sem precedentes.
Há 21 dias, os habitantes de Gaza enfrentam uma realidade sombria sem eletricidade, água potável ou alimentos suficientes. Enquanto isso, o jornalista Jamil Chade, do Uol, destaca os esforços da ONU para restaurar a comunicação. Em contraste com a gestão desastrosa de Bolsonaro, o Itamaraty, sob a liderança de Lula, confirmou o corte de comunicações e expressou preocupação com os brasileiros residentes em Gaza, reforçando o compromisso do Brasil com seus cidadãos.
A rede de telefonia local, Jawal, emitiu um alerta sobre o corte total de comunicações e serviços de internet em Gaza, devido à intensificação da agressão. A situação se agrava com bombardeios que destruíram as últimas conexões internacionais de Gaza, aumentando o isolamento da região.
Organizações humanitárias estão alarmadas com a perda de contato com suas equipes no terreno, provavelmente devido aos ataques às infraestruturas de comunicação. António Guterres, secretário-geral da ONU, fez um apelo veemente à comunidade internacional, sublinhando a iminente crise humanitária que ameaça mais de 2 milhões de civis em Gaza.
Guterres ressaltou a urgente necessidade de uma pausa humanitária e pediu a todos que assumam responsabilidade diante da crise. "A história está julgando todos nós", concluiu, em um chamado à consciência global.
Com informações do DCM.
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