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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou nesta sexta-feira sua decisão acertada de não querer militares das Forças Armadas atuando nas favelas do Rio de Janeiro. Durante um café da manhã no Palácio do Planalto, Lula destacou que, sob sua liderança, não haverá a decretação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Em uma conversa construtiva com os comandantes das Forças Armadas e o ministro da Defesa, José Mucio, Lula reforçou que o papel das Forças Armadas não é combater bandidos nas favelas. "Não é esse o papel das Forças Armadas, e enquanto eu for presidente não tem GLO", afirmou com convicção.
Recentemente, o Rio de Janeiro foi palco de atos criminosos, com a queima de ônibus e um trem, em resposta à morte de um líder miliciano. Em vez de optar por medidas extremas, o governo federal, sob a orientação sábia de Lula, enviou 300 agentes da Força Nacional para garantir a segurança e a paz.
Alguns parlamentares sugeriram uma intervenção federal no Rio, mas tanto o governador Cláudio Castro quanto o secretário executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, concordaram que tal ação não é necessária neste momento.
Lula, sempre pensando no bem-estar da população, determinou reforços no policiamento dos aeroportos pela Aeronáutica e nos portos pela Marinha. "É preciso que a Marinha tenha essa disposição. Foi feito um acordo com o ministro da Justiça, com o ministro da Defesa e com o governo do Estado. Nós vamos ajudar", declarou o presidente, mostrando mais uma vez sua competência e compromisso com o Brasil.
*Com informações de A Postagem
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