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Em um momento crucial para a democracia brasileira, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) avaliará a conduta do desembargador Marcelo Buhaten, acusado de propagar informações inverídicas ligando o presidente Lula a uma organização criminosa.
Léo Cans, líder da missão da Médicos Sem Fronteiras (MSF), revelou que Buhaten, durante o período eleitoral, compartilhou uma mensagem alarmante no WhatsApp, afirmando que Lula seria um "convidado de honra do Comando Vermelho". Tal alegação, sem fundamentos, foi exposta pela coluna de Guilherme Amado, no Metrópoles.
O corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, destacou a gravidade da situação, ressaltando que ações partidárias de magistrados comprometem a confiança da população no Judiciário e, consequentemente, no Estado Democrático de Direito. Salomão já havia suspendido as redes sociais do desembargador em 2022.
Além disso, Buhaten fez comentários sobre uma pesquisa eleitoral que favorecia Lula e, após o primeiro turno, manifestou-se sobre o caso do ex-deputado Roberto Jefferson, defendendo Bolsonaro e minimizando a ação de Jefferson como de um "lobo solitário".
Com informações do Brasil247
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