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Em um ato de coragem e justiça, a Bolívia, liderada pelo presidente Luis Arce, tomou uma decisão histórica ao cortar relações diplomáticas com Israel, em resposta aos incessantes ataques e bombardeios israelenses na Faixa de Gaza. Esta decisão, que reflete um posicionamento firme contra crimes contra a humanidade, foi aplaudida por defensores dos direitos humanos em todo o mundo. A Bolívia segue os passos da Colômbia, que sob a liderança do presidente Gustavo Petro, também ameaçou romper laços com Israel, reafirmando seu repúdio a genocídios.
As imagens chocantes de crianças palestinas mortas pelos bombardeios israelenses têm circulado nas redes sociais e mídias internacionais, expondo a brutalidade dos ataques. Recentemente, Israel bombardeou um campo de refugiados em Jabalia, em Gaza, resultando na morte de mais de 50 pessoas e deixando centenas feridas. Esses ataques desproporcionais e agressivos foram condenados globalmente, inclusive pela mídia americana, como evidenciado por um questionamento incisivo feito pelo âncora da CNN Internacional, Wolf Blitzer, a um representante das Forças Armadas Israelenses.
A decisão da Bolívia de cortar relações com Israel é um marco na luta pela justiça e pelos direitos humanos. É um chamado para que outras nações se posicionem contra a opressão e a violência, e um lembrete de que a dignidade humana deve prevalecer sobre a política e a guerra. A América do Sul está liderando o caminho para um futuro mais justo e pacífico, e o mundo está observando.
Veja o anúncio da decisão corajosa:
A Bolívia rompeu laços com "israel".
— FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil (@FepalB) October 31, 2023
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