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Um documento vazado do Ministério da Inteligência de Israel revelou uma proposta chocante que sugere a realocação forçada de 2,2 milhões de habitantes de Gaza para a Península do Sinai, no Egito. O plano, que propõe a criação de "cidades de barracas" permanentes no norte do Sinai e uma zona tampão para impedir a aproximação dos refugiados à fronteira de Israel, foi imediatamente recebido com repúdio e condenação internacional.
Aicha El Basri, do Centro Árabe de Pesquisa e Estudos Políticos, em entrevista à TV Al Jazeera, classificou a proposta como uma "campanha genocida", acusando Israel de buscar a morte em massa e a expulsão de mais de 2 milhões de palestinos para o Egito, transformando-os em refugiados. A notícia, que ganhou destaque após a jornalista Sandra Cohen compartilhar detalhes do documento em sua coluna no G1, provocou uma onda de indignação e condenação.
O presidente egípcio Abdel Fattah El-Sisi rejeitou veementemente a ideia de absorver a população palestina no Sinai, sinalizando a oposição do Egito ao plano proposto por Israel. A comunidade internacional, defensores dos direitos humanos e organizações de todo o mundo expressaram sua solidariedade ao povo palestino e sua firme rejeição a qualquer tentativa de realocação forçada ou genocídio.
Este episódio ressalta a urgência de uma solução justa e duradoura para o conflito israelo-palestino, que respeite os direitos humanos e a dignidade de todas as pessoas envolvidas. A proposta de Israel não apenas viola os princípios fundamentais do direito internacional, mas também ameaça agravar ainda mais as tensões na região.
*Com informações de Brasil 247
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