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Após negociações, o Egito abriu a fronteira com Gaza, permitindo a entrada de ambulâncias transportando feridos. A passagem da fronteira de Rafah foi aberta para permitir a saída de pessoas gravemente feridas e pessoas que possuem passaportes estrangeiros. Este acordo, mediado pelo Catar, representa um avanço significativo, pois é a primeira vez que pessoas gravemente feridas têm permissão para sair de Gaza desde o início do conflito entre o grupo militante palestino Hamas e Israel, há mais de três semanas.
O acordo também prevê a saída de alguns dos 6.000 estrangeiros presos na Faixa de Gaza através da passagem de Rafah. Inicialmente, espera-se que 500 cidadãos estrangeiros deixem Gaza, com a possibilidade de 1.000 saídas por dia subsequentemente. No entanto, a situação permanece fluida e pode mudar.
As negociações haviam sido paralisadas devido a uma disputa entre o Hamas e o Egito sobre o papel dos monitores da ONU na evacuação. O Egito queria que a ONU administrasse a evacuação dos portadores de passaportes estrangeiros do lado da fronteira de Gaza controlada pelo Hamas, enquanto o Hamas desejava o contrário.
Governos ocidentais têm trabalhado com o Egito para garantir a passagem segura de Gaza para cidadãos estrangeiros e palestinos com dupla cidadania através da passagem de Rafah. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou que ajudar os 500-600 cidadãos norte-americanos presos em Gaza a deixar o território é uma prioridade máxima.
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