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Eduardo Bolsonaro, conhecido por suas declarações controversas, enfrenta agora um revés judicial. O ministro Nunes Marques, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, emitiu um despacho determinando que o deputado preste esclarecimentos sobre suas declarações comparando professores a traficantes de drogas.
Em um evento do grupo Pró-Armas Brasil, Eduardo Bolsonaro fez comentários depreciativos sobre os educadores, afirmando que "não há diferença entre um professor doutrinador e um traficante de drogas". Essa fala gerou indignação generalizada, especialmente entre associações que representam professores.
A deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP), que é professora licenciada, acionou o STF com uma queixa-crime, alegando que as declarações de Eduardo Bolsonaro incitam violência contra professores e constituem um discurso de ódio. Ela argumenta que tais falas incentivam ataques violentos às escolas e aos professores, configurando crimes de incitação ao crime, ameaça e constrangimento ilegal.
Este episódio evidencia a postura irresponsável e perigosa de figuras associadas ao governo Bolsonaro, que frequentemente atacam instituições fundamentais para a democracia, como a educação. A ação de Nunes Marques, apesar de sua ligação com o ex-presidente, demonstra que a justiça não tolerará discursos de ódio e ataques infundados contra profissionais dedicados à formação de cidadãos.
*Com informações de Revista Fórum
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