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O Ministério Público Federal (MPF) de Minas Gerais está conduzindo uma investigação bombástica que revela as profundezas da corrupção e violação de direitos durante o governo Bolsonaro. A suspeita é de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) utilizou ilegalmente um segundo sistema de espionagem para invasões em massa de computadores, um verdadeiro atentado à privacidade e à democracia.
O procurador Carlos Bruno Ferreira da Silva, em um despacho corajoso, decidiu incluir esse sistema nas investigações em curso, que já estavam relacionadas ao sistema FirstMile. Este último era utilizado pela Abin para rastrear pessoas com base na geolocalização de celulares, sem qualquer autorização judicial, uma prática que remete aos tempos mais sombrios da história brasileira.
A existência desse segundo sistema ilegal de invasão em massa de computadores está sendo apurada pela Polícia Federal. A ferramenta de invasão, que opera por meio de um malware, permite acesso completo ao conteúdo dos computadores das vítimas, uma violação flagrante dos direitos individuais.
A espionagem clandestina ocorria de diversas maneiras nefastas, desde o envio de um e-mail malicioso até o uso do WhatsApp em computadores ou acesso físico, como a inserção de um pendrive na máquina. O mais alarmante é que a vítima infectada não tinha conhecimento da invasão, enquanto os espiões bolsonaristas acessavam imediatamente todo o conteúdo do computador.
Este escândalo é mais uma prova do desrespeito do governo Bolsonaro pelas leis e pela privacidade dos cidadãos brasileiros. É um lembrete sombrio do que está em jogo e da importância de proteger a democracia e os direitos humanos no Brasil.
*Com informações de A Postagem
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