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Desde o início de outubro, a Faixa de Gaza tem sido alvo de ataques implacáveis por parte do exército israelense, que lançou cerca de 18.000 toneladas de explosivos sobre a região. Esta quantidade de explosivos é aproximadamente 1,5 vezes a potência da bomba atômica lançada em Hiroshima durante a Segunda Guerra Mundial, segundo autoridades locais.
Salama Marouf, chefe do departamento de comunicação do governo de Gaza, revelou à imprensa a magnitude da destruição. As forças israelenses destruíram 85 edifícios públicos, 47 mesquitas foram demolidas e três igrejas sofreram danos significativos. Mais de 200.000 edifícios foram danificados, com 32.500 tornados inabitáveis. Além disso, 203 escolas sofreram graves danos, e 45 estão atualmente fora de operação.
As estatísticas ainda estão incompletas devido à intensidade contínua dos ataques. A Convenção de Genebra proíbe ataques a locais de culto, escolas e outras estruturas civis, mas Israel defende que militantes se refugiam nesses edifícios.
Marouf também destacou o terrível custo humano dos ataques: "o exército israelense massacrou 908 famílias, resultando na morte de milhares de pessoas". Entre as vítimas, 35 jornalistas, 124 profissionais de saúde e 18 membros da defesa civil das equipes de resgate de emergência foram mortos.
A comunidade internacional observa com preocupação o agravamento da situação em Gaza, enquanto os apelos por paz e respeito ao direito internacional humanitário se intensificam.
*Com informações do DCM
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