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O tenente-coronel Mauro Cid, ajudante de ordens de Bolsonaro, admitiu em delação premiada ter inserido dados falsos nos sistemas de saúde a pedido do ex-presidente, beneficiando também sua filha Laura. Este esquema levou ao indiciamento de Bolsonaro, Cid e outros 15 envolvidos por associação criminosa e manipulação de informações oficiais.
Este caso não só expõe a disposição de Bolsonaro em desviar das responsabilidades de saúde pública, mas também coloca em xeque a integridade de sua liderança, ao participar ativamente em fraudes que contrariam medidas essenciais de combate à pandemia. As evidências coletadas pela PF ressaltam a intencionalidade de Bolsonaro em se favorecer dessas ações ilícitas, agindo com plena consciência e determinação.
As consequências dessas revelações reforçam a urgência de responsabilizar Bolsonaro e seus cúmplices pelas ações que colocaram em risco a saúde pública e a democracia do país. A justiça agora visa esclarecer a extensão dessas práticas duvidosas, prometendo um rigoroso processo de investigação.
Portanto, o indiciamento de Bolsonaro pela fraude em cartões de vacinação destaca um legado de desrespeito pelas normas de saúde e pela ética política, marcando um dos muitos episódios controversos de seu governo.
Com informações do jornal O Globo
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