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Após a aprovação da delação de Ronnie Lessa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados responsáveis por sua defesa nos processos relacionados ao assassinato de Marielle Franco anunciaram que não mais representarão o ex-policial militar. Lessa, que está preso desde 2019, é acusado de ter participado da execução da vereadora e de seu motorista, Anderson Gomes.
Os advogados Fernando Santana e Bruno Castro, em comunicado, explicaram que seu escritório não atende delatores por uma questão de princípio jurídico. Eles salientaram que desde o início deixaram claro para Lessa que não o acompanhariam caso optasse por um acordo de delação, motivo pelo qual não participaram das negociações desse acordo. Assim, comunicaram que estão se desligando de todos os doze casos nos quais representavam Lessa.
A delação de Lessa foi confirmada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que destacou a importância desse acordo para a elucidação do caso Marielle "em breve". Na delação, Lessa apontou os mandantes do crime e descreveu reuniões preparatórias para o atentado, implicando um grupo político influente do Rio de Janeiro.
Esse desenvolvimento reforça a investigação sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido em 2018, e aponta para uma possível solução do caso com a identificação dos mandantes, sob a análise do STF devido ao envolvimento de autoridades com foro privilegiado.
Com informações do DCM
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