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A delação de Ronnie Lessa, ex-policial militar e autor confesso do assassinato da vereadora Marielle Franco, foi homologada pelo ministro Alexandre de Moraes do STF, trazendo à tona informações cruciais sobre o planejamento e execução do crime, conforme reportado pelo G1.
Lessa detalhou um encontro preliminar com os mandantes do homicídio, ocorrido aproximadamente três semanas antes do ato, onde discutiram a operação. Posteriormente, diante da pressão pública e investigativa, Lessa teve outra reunião com os mandantes, que lhe asseguraram que não haveria consequências, insinuando influência sobre os encarregados da apuração do caso.
Lessa revelou que os mandantes fazem parte de um influente grupo político no Rio de Janeiro, detentor de amplos interesses em vários setores, inclusive na esfera pública. A investigação, agora reforçada por essas novas evidências, sinaliza a possível participação de um parlamentar no esquema.
As autoridades continuam a investigação para desvendar completamente as circunstâncias e motivações por trás do assassinato de Marielle Franco, reforçando o compromisso com a justiça e a verdade.
Com informações do DCM
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