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O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP) criticou o “autoritarismo” do governo de São Paulo, comandado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), devido à repressão contra ele e estudantes durante um protesto. O parlamentar participou do ato nesta terça-feira (21) contra o projeto de lei aprovado na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) para a implementação das escolas cívico-militares na rede de ensino.
Suplicy afirmou que o projeto aprovado na Alesp resultará em uma “militarização da educação” no estado e destacou que os estudantes que protestaram contra a medida foram recebidos com um “aparato policial violento”. O deputado relatou que cinco manifestantes foram presos e acusados de crimes como associação criminosa.
O parlamentar enfatizou a necessidade de informar a população de São Paulo sobre o projeto de lei que pretende criar escolas cívico-militares, podendo autorizar a conversão, fusão ou incorporação de escolas estaduais já existentes para esse modelo. Ele expressou preocupação com a militarização da educação em São Paulo.
Durante o protesto, os estudantes foram recebidos com violência policial. Cinco deles foram presos e agora passam por audiência de custódia, sendo indiciados por associação criminosa, resistência, corrupção de menores e até lesão corporal. Suplicy declarou que está acompanhando esses jovens e deixou seu protesto contra o autoritarismo do governo estadual.
Essa repressão é mais um exemplo das ações autoritárias dos bolsonaristas, que insistem em calar a voz dos cidadãos e impor suas ideias retrógradas e antidemocráticas.
Veja a publicação n X:
É preciso que a população de SP saiba que o PL aprovado na @AssembleiaSP pretende criar escolas cívico-militares e poderá autorizar conversão, fusão ou incorporação de escolas estaduais já existentes para o modelo cívico-militar e teremos uma militarização da educação em SP + pic.twitter.com/4sITgiliqy
— Eduardo Suplicy (@esuplicy) May 22, 2024