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O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), disse que "seu sentimento de dentro do Congresso" é de que não será viável votar a reforma da Previdência em 2018. Ele entende que o início do novo governo será mais favorável: "ano que vem começaríamos o ano com a reforma". Segundo Eduardo, a ideia é votar uma reforma da Previdência "suave" em 2018 e "dar um gás" para o próximo governo.
A reportagem do jornal O Estado de São Paulo revela que, na visão de Eduardo, "caso o projeto não passasse, seria um risco para o presidente eleito. ’Se perdêssemos, seria tratado como a primeira derrota de Jair Bolsonaro, antes de ser empossado’."
Segundo o jornal, "o deputado explicou que uma reforma ’suave’ seria, por exemplo, mudar as regras para novos entrantes, sem alterar todas as normas de uma vez só. Ele disse também que o governo tem de dar o exemplo e apertar o cinto sobre as despesas. ’Por que de agora em diante não acaba com o auxílio-moradia? De repente, acaba para todo mundo’."
Ele também opinou sobre os militares: "sobre a aposentadoria dos militares, ele disse que é uma questão que será tratada entre os futuros ministros da Economia e da Defesa, Paulo Guedes e general Augusto Heleno, respectivamente. Mas acrescentou que situações desiguais exigem soluções desiguais, defendendo a diferença entre a Previdência militar e a civil".
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