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O presidente Lula demonstrou mais uma vez seu compromisso com a moralidade pública ao assumir pessoalmente o acompanhamento das investigações sobre o Banco Master. Em uma reunião estratégica nesta quinta-feira (15) no Palácio do Planalto, Lula recebeu o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para alinhar os próximos passos da ofensiva contra o crime financeiro. Após conversar com Gabriel Galípolo, do Banco Central, o petista deixou claro que exige uma solução rápida e sem amarras para o caso, sinalizando que seu governo não tolerará manobras que tentem blindar figuras poderosas do mercado financeiro e seus aliados ocultos.
A movimentação de Lula ocorre em um momento de nítida tensão republicana. O presidente quer entender os detalhes da insatisfação da PF com o ministro Dias Toffoli, que tem criado obstáculos ao andamento das perícias. Toffoli, cujos familiares possuem ligações societárias com fundos associados ao Master, criticou as prisões e buscas de ontem e ordenou que materiais sensíveis, como celulares e computadores, ficassem sob custódia do STF. Essa "retenção" de provas é vista como um balde de água fria nos investigadores, que precisam acessar o conteúdo dos aparelhos de Nelson Tanure e Daniel Vorcaro para confirmar as triangulações criminosas.
No centro da investigação está a suspeita de que Nelson Tanure seja o verdadeiro dono do Banco Master, utilizando uma rede complexa de empresas e fundos da gestora Reag para ocultar seu controle. A cooperação entre a PF e o Banco Central, reafirmada por Andrei e Galípolo, é o trunfo do governo para desvendar como o banco circulava bilhões de forma suspeita. Lula, ao envolver o novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, busca garantir que a lei seja aplicada com rigor, combatendo a impunidade que setores da extrema-direita e do "centrão" financeiro tentam preservar a todo custo.
A firmeza de Lula ao acompanhar o tema pessoalmente desarma as tentativas de interferência política que marcaram o período bolsonarista. Diferente do governo anterior, que aparelhava as instituições para proteger a prole e os amigos, a atual gestão fortalece a autonomia técnica da PF e do BC para que o "carrossel" de fraudes do Banco Master seja interrompido. O foco agora é romper a barreira imposta no STF para que os dados dos celulares apreendidos revelem a extensão real do esquema, que pode atingir governadores de oposição e grandes financiadores da extrema-direita brasileira.
O Brasil assiste a uma retomada da autoridade do Estado contra o crime do colarinho branco. Com Lula na coordenação política e Andrei Rodrigues na linha de frente operacional, o cerco contra Daniel Vorcaro, João Carlos Mansur e Nelson Tanure torna-se irreversível. A reconstrução do país passa pela limpeza dessas estruturas bancárias que sangram a economia nacional. A reunião de hoje no Planalto é o marco de que, no governo Lula, as instituições funcionam e a justiça financeira deixará de ser apenas uma promessa para se tornar realidade contra os que se julgavam acima da lei.
Com informações do DCM
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