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Em 2023, o BRICS se destacou no cenário global, fortalecendo-se como um contrapeso significativo ao ocidente. O ano testemunhou a expansão do bloco com a adesão de novos membros e avanços significativos nas discussões sobre a implementação de uma moeda comum. Especialistas, em uma entrevista ao podcast Mundioka da Sputnik Brasil, analisaram os desenvolvimentos mais notáveis do BRICS durante o ano e apontaram desafios para 2024.
Entre os marcos do ano, destaca-se a adesão de mais de 20 países do Sul Global ao grupo e a ascensão de Dilma Rousseff à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como Banco do BRICS. Outra área de destaque foi o avanço nas discussões sobre a desdolarização e a criação de uma moeda única para o grupo, que serviria como referência para reservas entre os países membros.
A expansão do grupo trouxe novas oportunidades e desafios, com países como a Etiópia e o Irã se juntando ao bloco. A presidência do BRICS em 2024 será assumida pela Rússia, que se encontra em um momento crucial em seu embate com a OTAN, relacionado ao conflito ucraniano. Especialistas apontam que a Rússia, sob o peso das sanções ocidentais, tem um interesse particular em buscar alternativas ao dólar, o que alinha com os objetivos do BRICS de promover a desdolarização.
Por outro lado, a Argentina, sob novo governo, optou por não prosseguir com sua adesão ao BRICS, o que foi visto como um revés para a expansão do bloco na América Latina. Especialistas destacam que o Brasil desempenhou um papel crucial no apoio à entrada da Argentina e lamentam a perda dessa oportunidade.
Com informações da Sputnik
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