417 visitas - Fonte: Plantão Brasil
Documentos recentemente revelados trazem à tona críticas contundentes de Jeffrey Epstein contra Donald Trump. Em uma correspondência datada de 2017, endereçada a Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos, o financista expressou uma visão profundamente negativa sobre o atual presidente norte-americano.
Na mensagem, Epstein afirma ter conhecido muitas pessoas de índole questionável ao longo de sua vida, mas ressalta que nenhuma seria "tão ruim quanto Trump". O texto prossegue com ataques pessoais, alegando que "nenhuma célula do corpo dele é decente" e classificando o político como um homem perigoso.

A divulgação desse conteúdo gerou reações imediatas nas redes sociais. O jornalista Rogério Tomaz Jr., ao compartilhar o trecho, destacou o que chamou de "silêncio bolsonarista" diante das declarações. A observação aponta para a ausência de comentários ou defesas por parte dos apoiadores brasileiros do presidente dos EUA em relação a essas críticas específicas.
O caso reforça o histórico complexo de relações e rompimentos no círculo de elite em que Epstein circulava. Embora Donald Trump e Epstein tenham frequentado os mesmos ambientes sociais em décadas passadas, a mensagem de 2017 demonstra um antagonismo explícito por parte do financista anos antes de sua morte.
As declarações de Epstein, agora públicas, alimentam o debate político sobre a imagem de Donald Trump e as percepções de figuras de seu antigo convívio. Para críticos do presidente, as palavras servem como munição política; já para seus aliados, o foco recai sobre a credibilidade do autor das mensagens.
Veja a publicação do jornalista Rogério Tomaz Jr. no X:
??? 2017: Epstein escreve para Larry Summers:
— Rogério Tomaz Jr. (@rogeriotomazjr) February 3, 2026
- Eu conheci gente muito ruim... nenhuma tão ruim quanto Trump. Nenhuma célula do corpo dele é decente. Ele é perigoso.
(Silêncio bolsonarista) pic.twitter.com/URvgavtl6g