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A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o governo não tem posição sobre a instalação de uma CPI para investigar o Banco Master, destacando que a criação de comissões parlamentares é uma prerrogativa exclusiva do Congresso. Em declarações na Câmara dos Deputados, Gleisi disse que o governo "vai enfrentar a situação que vier", limitando sua atuação aos desdobramentos institucionais das decisões do Legislativo.
A declaração ocorre no mesmo dia em que o PT na Câmara, através do ex-líder Lindbergh Farias e do novo líder Pedro Uczai, anunciou apoio formal à abertura da CPI e de uma CPMI sobre o caso. O deputado Rodrigo Rollemberg já protocolou um pedido com 201 assinaturas para investigar supostas fraudes e a compra de carteiras de crédito inexistentes pelo BRB. Gleisi ressaltou que o governo tem atuado dentro das atribuições legais, com o Banco Central e a Polícia Federal apurando as irregularidades, e lembrou que Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, foi preso durante a gestão de Ricardo Lewandowski no BC.
O posicionamento da ministra reflete a estratégia do governo de respeitar a autonomia do Congresso enquanto reforça que as instituições sob sua responsabilidade já estão atuando no caso. A ampla adesão à CPI, inclusive de partidos da base, indica que a investigação parlamentar deve avançar, pressionando por transparência e responsabilização no maior escândalo financeiro do momento.
Com informações do jornal O Globo
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