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A renda real disponível das famílias brasileiras deve manter uma trajetória firme de crescimento em 2026, impulsionada por um mercado de trabalho aquecido, mudanças no Imposto de Renda e pelo reforço das transferências fiscais. Um estudo divulgado nesta terça-feira (3) projeta um crescimento de 4,5% na renda das famílias descontada a inflação, após uma expansão de 4,8% registrada em 2025. O indicador, que soma rendimentos do trabalho, benefícios previdenciários e descontos de tributação, segue em alta desde 2022, sustentando um maior dinamismo do consumo das famílias, projetado para avançar 2% no PIB do próximo ano.
O mercado de trabalho permanece como um dos principais motores desse cenário positivo. A taxa de desemprego deve seguir em patamares historicamente baixos, encerrando 2026 em 5,7%, abaixo da taxa considerada de equilíbrio que não acelera a inflação. Outro fator crucial é a ampliação da isenção do Imposto de Renda para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, que deve beneficiar principalmente trabalhadores de baixa e média renda. “Como a maior parte das isenções e descontos beneficiará indivíduos de baixa e média renda, estimamos um impacto líquido de 0,6 ponto porcentual sobre a taxa de crescimento real da renda das famílias”, aponta o estudo.
As transferências fiscais, como benefícios previdenciários e o BPC, também devem exercer papel importante, embora o ritmo de redução das filas de concessão ainda represente uma fonte de incerteza. O crescimento da renda deve ajudar a sustentar a atividade econômica, mesmo com uma projeção de desaceleração do PIB total de 2,3% em 2025 para 1,7% em 2026.
Com informações do Brasil247
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