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A prisão de Luiz Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho e líder da maior milícia do Rio de Janeiro, foi celebrada pelo Ministro da Justiça, Flávio Dino, em suas redes sociais. Zinho, foragido desde 2018, se entregou à Polícia Federal no Rio, marcando um avanço significativo no combate às facções criminosas. Dino, prestes a assumir uma vaga no STF, destacou o trabalho sério e planejado executado no Rio e em outros estados.
Zinho assumiu o comando da milícia na Zona Oeste do Rio após a morte de seu irmão, Ecko, em 2021. A prisão de Zinho, após uma série de operações da PF, representa um golpe contra o crime organizado e as milícias na região. Dino enfatizou a importância dessa captura em sua publicação na rede X.
A prisão ocorreu após negociações entre os advogados de Zinho, a PF e a Secretaria de Segurança Pública. Após se entregar, Zinho foi levado ao IML e, em seguida, transferido para a Penitenciária de Segurança Máxima Laércio da Costa Pelegrino, em Bangu, onde está detido na galeria reservada a milicianos.
A operação que culminou na prisão de Zinho ocorreu dias após a ação contra a deputada estadual Lucia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha, suspeita de proteger integrantes de facções criminosas. A prisão de Zinho é vista como um marco na luta contra as milícias no Rio de Janeiro.
Veja a postagem do ministro Flávio Dino:
Registro mais um importante resultado do trabalho sério e planejado que está sendo executado no Rio de Janeiro e em outros estados, no combate às facções criminosas. No fim da tarde deste domingo, 24/12, a Polícia Federal, com apoio da Secretaria de Segurança Pública do Estado do…
— Flávio Dino ???? (@FlavioDino) December 25, 2023