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O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão do juiz federal Eduardo Appio, que apontou um conluio entre a juíza Gabriela Hardt, aliada do ex-juiz e atual senador Sergio Moro, e procuradores da Lava Jato. A revelação, divulgada pela CNN Brasil, reforça as suspeitas de parcialidade na operação que já haviam sido levantadas contra Moro, declarado suspeito pelo próprio STF.
A evidência desse conluio veio à tona através da defesa de Márcio Pinto Magalhães, ex-representante da Trafigura no Brasil e preso durante a Lava Jato. A defesa utilizou diálogos obtidos na Operação Spoofing, mostrando interações entre Deltan Dallagnol e outros membros do Ministério Público de 2015 a 2018.
Um dos diálogos mais reveladores ocorreu em 17 de dezembro de 2015, quando Dallagnol expressou preocupação com a ausência de Hardt e Moro da 13ª Vara Federal de Curitiba durante um período de férias. Em conversa com o procurador Diogo Castor de Mattos, Dallagnol mencionou a substituição por Alessandro, da 14ª Vara, sobre quem ele disse não ter informações.
Essas revelações reforçam as críticas ao modus operandi da Lava Jato e levantam questionamentos sobre a integridade e imparcialidade das ações judiciais conduzidas por Moro e sua equipe. A decisão do STF de revalidar a constatação de Appio é um passo significativo na busca por justiça e transparência no sistema judiciário brasileiro.
Com informações do Brasil 247
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