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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), conhecido por suas posturas extremistas e alinhamento com Bolsonaro, entrou em desespero após a Polícia Federal anunciar uma investigação sobre ameaças de morte contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As ameaças surgiram em resposta a uma publicação de Nikolas no X (antigo Twitter), onde ele incitava o ódio contra Lula.
O deputado bolsonarista tentou se distanciar das ameaças, alegando não ser responsável pelos comentários de terceiros em suas redes sociais. "A PF não disse que irá me investigar, mas sim a pessoa que comentou em um post meu ameaçando o Lula", escreveu ele, tentando minimizar sua responsabilidade na incitação ao ódio.
A situação se agravou quando um seguidor de Ferreira sugeriu, nos comentários de um de seus posts, a realização de uma "vaquinha" para contratar um mercenário e assassinar o presidente Lula. Esse comentário desencadeou uma série de outras ameaças, levando à intervenção da Polícia Federal.
Ricardo Cappelli, atuando interinamente no Ministério da Justiça durante as férias de Flávio Dino, anunciou a investigação das ameaças. "As redes sociais não são e não serão um terreno de incentivo a crimes contra as autoridades", afirmou Cappelli, reforçando o compromisso do governo em proteger a integridade do presidente.
O usuário responsável pela ameaça inicial, identificado como André Luiz, admitiu seu erro, mas ironizou a situação, minimizando a gravidade de suas ações. "Eu errei? Sim! Eu contrataria um mercenário para eliminar um Presidente da República? Não, afinal, gastaria o dinheiro em outra coisa", declarou.
Este incidente reflete a perigosa cultura de ódio e violência que permeia certos segmentos políticos, exigindo uma resposta firme das autoridades para garantir a segurança do presidente e a manutenção da ordem democrática.
Com informações da Revista Fórum
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