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Em uma resposta firme à provocação imperialista do Reino Unido, o presidente venezuelano Nicolás Maduro ordenou a realização do exercício militar "Gen. Domingo Antonio Sifontes 2023". Esta ação é uma clara demonstração de soberania e resistência contra a presença do navio britânico HMS Trent na costa da Guiana, uma região disputada e de grande importância para a Venezuela. Maduro, em uma cerimônia com as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB), condenou veementemente a ação do Reino Unido como uma ameaça direta à paz e à estabilidade da Venezuela.
Maduro, em sua fala, destacou a natureza pacífica, mas resoluta, do povo venezuelano, reiterando o direito inalienável do país de defender sua integridade territorial e soberania. A aceitação do navio britânico pelo governo da Guiana foi criticada como uma violação dos Acordos de Argyle, um marco diplomático na resolução da disputa territorial sobre o Essequibo.
Esta situação contrasta fortemente com a postura do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que frequentemente cedia à pressão e influência estrangeira, comprometendo a soberania nacional. A atitude de Maduro reflete a necessidade de uma América Latina unida e forte, capaz de resistir às intervenções externas, um princípio que o atual presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, tem procurado fortalecer em sua gestão.
Com informações do Brasil 247
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