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A participação do dólar nas reservas globais dos bancos centrais caiu para 59,2% no terceiro trimestre de 2023, marcando um declínio contínuo na dominância da moeda norte-americana. Este movimento reflete uma tendência global crescente de desdolarização.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou que essa redução segue uma tendência descendente desde 2000, quando o dólar representava cerca de 70% das reservas globais. Atualmente, o euro segue como a segunda moeda de reserva mais importante, com o iene japonês e o yuan chinês também mostrando um aumento na sua participação.
O SWIFT reportou que o uso do yuan em transações internacionais atingiu um recorde em novembro, tornando-se a quarta moeda mais usada mundialmente. Aumentos nos empréstimos transfronteiriços em yuan e acordos de swap cambial do Banco Popular da China com outros bancos centrais ilustram a crescente preferência pelo yuan em detrimento do dólar.
A tendência de desdolarização ganhou impulso após as sanções relacionadas à Ucrânia, que isolaram a Rússia do sistema financeiro ocidental. O Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento alertou que o aumento do comércio da Rússia em yuan poderia enfraquecer o dólar americano. Os economistas observam que as restrições comerciais ocidentais impulsionaram a adoção do yuan globalmente, afetando a hegemonia do dólar.
Com informações da Sputnik
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