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O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, manifestou-se contra a autorização de tratamento médico fora do presídio para Jorginho Cardoso de Azevedo, agricultor paranaense de 62 anos, condenado por participação no vandalismo no Palácio do Planalto em 8 de janeiro de 2023. Esta foi uma das primeiras ações de Gonet relacionadas à tentativa de golpe de estado ocorrida em janeiro de 2023.
Jorginho, detido dentro do Palácio do Planalto, foi condenado por diversos crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado e dano qualificado a bens públicos. Em sua defesa, ele negou ter depredado ou danificado qualquer prédio público, alegando que entrou no Palácio para se proteger dos conflitos externos e que não tinha intenção de depor o governo eleito.
Apesar de se apresentar como um simples "agricultor", investigações revelaram que Jorginho possui 17 registros de imóveis rurais e vários veículos. Ele foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão e 100 dias-multa. Sua prisão preventiva foi reafirmada pelo ministro Alexandre Moraes, mesmo após pedidos de visita de senadores bolsonaristas.
O advogado de Jorginho alegou problemas de saúde do réu, mas um parecer médico indicou que ele estava psicologicamente estável e não apresentava risco iminente de morte. Com base nesse parecer, Gonet se posicionou contra a saída do preso para tratamento, endossando a prisão preventiva e a condenação pelo STF.
Esta postura do novo PGR reforça a seriedade com que as autoridades estão tratando os envolvidos na tentativa de golpe, garantindo que a justiça seja aplicada e a ordem democrática preservada.
Com informações do Brasil 247
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