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O vereador Thammy Miranda (PL-SP), de São Paulo, está enfrentando críticas nas redes sociais por ter assinado o pedido de instauração de uma CPI que visa investigar o Padre Júlio Lancellotti. Em uma entrevista ao jornal O Globo, Thammy, que pertence ao partido de Bolsonaro, acusou Rubinho Nunes (União Brasil), ex-MBL, de propagar fake news.
Thammy explicou que o nome do Padre Júlio não foi mencionado no requerimento da CPI e que jamais teria assinado se soubesse da intenção de investigar o padre, a quem defende e admira pelo trabalho social. Segundo o vereador, a maioria dos que assinaram o pedido da CPI não são contra o padre, mas sim buscavam proteger os usuários e moradores da região. Thammy ressaltou que a intenção era proteger essas pessoas, inclusive com a ajuda do padre.
Rubinho Nunes, responsável pela coleta de assinaturas para a CPI, afirmou que a comissão investigará o que ele chama de "máfia da miséria", operada por ONGs de esquerda. Thammy, que é um homem trans, já foi alvo de ataques transfóbicos da extrema direita e foi defendido pelo Padre Júlio, conhecido por seu trabalho social e defesa dos direitos trans, especialmente com a população de rua e pessoas trans em situação de vulnerabilidade.
Thammy agora planeja solicitar a retirada de sua assinatura do pedido de criação da CPI. Apesar de ter considerado deixar o PL quando Bolsonaro se filiou ao partido em 2021, Thammy decidiu permanecer.
Com informações da Revista Fórum
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