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A Polícia Federal indiciou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), aliado de Jair Bolsonaro (PL), por corrupção passiva e peculato em um inquérito sobre supostos desvios de dinheiro de programas governamentais durante seu mandato como vereador e vice-governador na gestão de Wilson Witzel.
O caso, que será relatado pelo ministro Raul Araújo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), aponta que Castro recebeu cerca de R$ 400 mil em propinas entre 2017 e 2019. Araújo, conhecido por sua proximidade com Bolsonaro, já trocou cordialidades com o ex-presidente.
Segundo a PF, as irregularidades foram cometidas durante a execução dos projetos Novo Olhar, Rio Cidadão, Agente Social e Qualimóvel. Durante uma operação em dezembro de 2023, agentes encontraram R$ 128 mil e US$ 7,5 mil em dinheiro vivo na casa de Vinicius Sarciá, irmão do governador, além de planilhas detalhando nomes, valores e porcentagens da contabilidade criminosa.
Araújo afirmou que Castro recebeu propinas em diversas situações, incluindo entregas em sua casa, no estacionamento de um shopping, na casa de um assessor e na sede de uma empresa com contratos com o Estado. Em uma viagem à Disney, o governador também teria sacado dinheiro de subornos depositados por empresários.
Com informações da Fórum
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