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O oficial da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Thiago Gomes Quinália, está sendo investigado pela "Abin paralela" e é suspeito de fuga após viajar para a França com o aval da direção da agência. Thiago foi nomeado para ser assistente de adido em Paris. Em 29 de janeiro de 2024, ele foi alvo de um mandado de busca e apreensão pela PF. Cerca de 10 dias depois, a direção da Abin decidiu remover Thiago de seu cargo e determinar seu retorno ao Brasil, mas ele não se apresentou na data prevista. A agência informou os investigadores sobre o desaparecimento do oficial.
Quinália, suspeito de envolvimento em atividades ilícitas dentro da Abin, teria aproveitado a nomeação para se ausentar do país e evitar a investigação. A decisão de removê-lo do cargo e trazê-lo de volta ao Brasil foi tomada após os desdobramentos das investigações da Polícia Federal indicarem a necessidade de seu retorno para esclarecimentos. No entanto, a não apresentação do agente levantou suspeitas de fuga deliberada para escapar das investigações em curso.
Com isso, a situação se complicou ainda mais para a Abin, que agora precisa lidar com o desaparecimento de um de seus próprios agentes em meio a uma investigação sensível. O caso de Thiago Gomes Quinália traz à tona questões sobre a integridade e a transparência dentro da agência, que está sendo pressionada a tomar medidas para localizar e responsabilizar o oficial desaparecido.
Com informações do DCM
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