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O governo de Donald Trump retomou os bombardeios na Somália, intensificando a política intervencionista dos Estados Unidos na África. Poucos dias após reassumir a Casa Branca, Trump ordenou ataques aéreos contra supostos membros do Estado Islâmico (ISIS), retomando uma campanha militar que já dura décadas.
Em tom de ameaça, o republicano anunciou a ação como um feito pessoal. "Nossas Forças Armadas têm como alvo esse planejador de ataques do ISIS há anos, mas Biden e seus comparsas não agiram com rapidez suficiente para concluir o trabalho. Eu agi! A mensagem para o ISIS e todos os outros que atacariam americanos é que NÓS VOS ENCONTRAREMOS E MATAREMOS!", escreveu Trump.
A intervenção militar dos EUA na Somália remonta a 1993, quando tropas americanas participaram de uma operação fracassada no país, resultando em dezenas de baixas e uma retirada desastrosa. Desde então, os EUA mantêm uma presença intermitente, usando drones e bombardeios para atacar grupos extremistas.
Na semana passada, o governo da região semiautônoma de Puntland afirmou que os ataques americanos mataram "figuras-chave" de um grupo terrorista local. A investida aérea ocorre no momento em que Trump propõe realocar palestinos da Faixa de Gaza para o Chifre da África, uma ideia rechaçada por autoridades somalis.
O retorno da política agressiva de Trump na Somália gera preocupações internacionais sobre novos conflitos e desestabilização na região, reacendendo críticas à postura belicista dos EUA em países mais pobres.
Com informações do site Mint Press
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