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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, está finalizando a revisão dos inquéritos que investigam Jair Bolsonaro e sua cúpula militar, conduzidos pela Polícia Federal. A expectativa é que as primeiras denúncias sejam apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) já na próxima semana, ampliando o cerco judicial contra o ex-presidente e seus aliados. A análise minuciosa dos relatórios da PF tem sido prioridade para garantir que as acusações sejam bem fundamentadas e sustentáveis perante a Justiça.
A estratégia da Procuradoria-Geral da República (PGR) prevê o fatiamento das denúncias, começando por um grupo que inclui Bolsonaro e militares de alta patente. Entre os primeiros alvos estão o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e ex-candidato a vice-presidente, e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente, ambos peças-chave no plano golpista articulado pelo bolsonarismo para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.
As acusações envolvem tentativa de golpe de Estado, formação de organização criminosa e outros crimes contra a democracia. Com a iminente formalização das denúncias, o bolsonarismo se vê cada vez mais encurralado, e os aliados do ex-presidente tentam articular uma anistia no Congresso para blindá-lo judicialmente. A movimentação, no entanto, esbarra na pressão popular e na resistência de setores democráticos que exigem responsabilização pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Os desdobramentos do caso prometem agitar o cenário político nos próximos dias, colocando Bolsonaro e seus cúmplices ainda mais próximos do julgamento definitivo. A expectativa é que o STF avance rapidamente na tramitação do processo, abrindo caminho para a responsabilização do ex-presidente e seus comparsas golpistas.
Com informações do PlatôBR
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