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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está sendo acusado por uma alta autoridade de segurança de impedir a implementação da segunda fase do acordo de cessar-fogo com o Hamas. A denúncia, divulgada pelo site Ynet, sugere que Netanyahu estaria colocando objetivos políticos acima das vidas dos reféns. A fonte anônima expressou indignação com a declaração do porta-voz de Netanyahu, que afirmou não haver negociações em andamento para a segunda fase do acordo.
O acordo inicial previa que, até o 16º dia da primeira fase, iniciado em 3 de fevereiro, as partes deveriam começar a negociar a segunda etapa. No entanto, quase duas semanas depois, essas negociações não avançaram. A segunda fase do acordo inclui a libertação de todos os reféns pelo Hamas, a soltura de milhares de prisioneiros palestinos por Israel e a interrupção dos ataques israelenses na Faixa de Gaza, seguida de negociações para uma "calma sustentável" e a retirada das forças israelenses do território de Gaza.
Netanyahu enfrenta pressão da ala de extrema-direita de sua coalizão para retomar os combates contra o Hamas até que o grupo seja destruído. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, ameaçou retirar seu partido, Sionismo Religioso, do governo caso o Hamas não seja eliminado, o que removeria a maioria parlamentar de Netanyahu. Em resposta às críticas, o gabinete do primeiro-ministro negou qualquer intenção de atrasar as negociações e afirmou que está comprometido com a implementação completa do acordo de cessar-fogo.
Com informações do Brasil247
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