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O presidente argentino Javier Milei está no centro de uma investigação que envolve a criptomoeda $LIBRA, com suspeitas de fraude, suborno e tráfico de influência. O promotor federal Eduardo Taiano determinou a coleta de documentos e transações financeiras ligadas ao projeto, que teria sido promovido por Milei e resultou em prejuízos estimados em 100 milhões de dólares para investidores.
A controvérsia começou quando Milei divulgou a criptomoeda como um mecanismo para impulsionar startups argentinas. O anúncio provocou uma valorização temporária do ativo, seguida por uma queda drástica em poucas horas. Investidores sem acesso a informações privilegiadas amargaram grandes perdas, enquanto empresários próximos ao governo teriam lucrado com a operação suspeita.
Os principais investigados incluem os empresários Hayden Mark Davis e Julian Peh, responsáveis pela criação da $LIBRA, além de Mauricio Novelli e Manuel Terrones Godoy, intermediadores entre o governo e o esquema. A Comissão Nacional de Valores Mobiliários da Argentina também está sob suspeita, e o Ministério Público já acionou bancos e empresas de tecnologia para rastrear transações e carteiras digitais.
O caso se agrava com denúncias de que membros do círculo próximo de Milei, incluindo sua irmã Karina, poderiam estar envolvidos. Além disso, a investigação pode alcançar os Estados Unidos, já que cidadãos norte-americanos também foram prejudicados. A possibilidade de cooperação internacional pode aumentar a pressão sobre o presidente.
Com informações do Brasul247
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