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A Justiça Eleitoral de São Paulo condenou o ex-candidato a prefeito Pablo Marçal a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político e econômico, além de uso indevido da mídia e captação ilícita de recursos. A decisão, publicada nesta sexta-feira (21), ainda pode ser revisada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), já que cabe recurso.
A ação que resultou na condenação foi movida pelo PSOL, partido de Guilherme Boulos, e pelo PSB, de Tabata Amaral. Marçal foi acusado de comprar apoio político ao oferecer vídeos de apoio a candidatos a vereador que doassem R$ 5 mil via Pix para sua campanha. O juiz responsável pelo caso considerou que a prática violou as normas eleitorais brasileiras, caracterizando abuso de poder e fraude à legislação eleitoral.
Guilherme Boulos celebrou a decisão nas redes sociais com a frase "Aqui se faz, aqui se paga". Já Tabata Amaral destacou que Marçal usou dinheiro sujo e sempre baseou sua trajetória em mentiras e fraudes. A deputada afirmou que continuará cobrando responsabilização e denunciando práticas ilegais na política.
A condenação gerou repercussão entre opositores de Marçal, que teve sua imagem política profundamente abalada. O ex-candidato usou suas redes sociais para se defender, mas foi confrontado por seguidores que o chamaram de "inelegível" durante uma transmissão ao vivo.
Aqui se faz, aqui se paga. pic.twitter.com/69U78IN4Ou
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) February 21, 2025