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Uma nova reviravolta no inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado de 2022 coloca ainda mais pressão sobre os envolvidos na conspiração criminosa. A Polícia Federal (PF) encontrou um áudio no qual o agente Wladimir Soares, da própria corporação, confirma que o grupo golpista “estava com Moraes na mira para atirar”. O plano incluía, além do ministro Alexandre de Moraes, o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin, reforçando as evidências de que a extrema-direita planejava eliminar fisicamente as lideranças democráticas do país.
O áudio foi descoberto na operação Contragolpe, que revelou um esquema coordenado entre militares das Forças Especiais do Exército e agentes infiltrados na segurança presidencial. A gravação, ainda sob sigilo judicial, mostra que os criminosos chegaram a monitorar a rotina de Moraes e armaram uma emboscada em frente à sua residência.
As investigações indicam que Wladimir Soares vazou informações estratégicas sobre a segurança de Lula ao grupo golpista. Ele foi preso em novembro do ano passado e, desde então, a PF tem reunido provas que revelam a real extensão da conspiração criminosa, que contava com a participação de setores das Forças Armadas e ex-assessores do governo Bolsonaro.
Com as novas provas, cresce a expectativa para que Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), levante o sigilo das gravações e acelere o julgamento dos responsáveis. O escândalo expõe ainda mais a profundidade do golpismo bolsonarista e reforça a necessidade de punição exemplar para os envolvidos na tentativa de destruir a democracia brasileira.
Com informações da CNN
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