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O deputado bolsonarista Nikolas Ferreira voltou a espalhar desinformação sobre as novas regras do Pix, anunciadas pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (6). Em mais uma tentativa de manipulação política, o extremista insinuou que as mudanças representariam uma restrição ao uso do sistema de pagamentos instantâneos, quando, na verdade, trata-se de medidas para aumentar a segurança e combater fraudes.
Segundo o BC, as novas diretrizes determinam que chaves Pix vinculadas a CPFs ou CNPJs irregulares na base da Receita Federal sejam suspensas. Isso inclui registros “cancelados”, “suspensos”, “nulos” e até de pessoas já falecidas. A medida pretende evitar fraudes e o uso indevido de identidades falsas para movimentações ilícitas.
O chefe-adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Breno Santana Lobo, esclareceu que a mudança não afeta a situação fiscal dos usuários e não impede o uso do Pix por quem está em dia com seus documentos. “O que a gente não quer é morto fazendo Pix”, ironizou Lobo, reforçando que a medida é apenas uma adequação operacional para garantir maior segurança.
Apesar da explicação oficial, Nikolas Ferreira tenta distorcer os fatos para alimentar narrativas falsas e criar pânico entre seus seguidores. O governo Lula e o Banco Central seguem monitorando a nova onda de desinformação, que já havia sido usada pela extrema-direita em janeiro para atacar medidas legítimas de fiscalização contra o crime financeiro.
Com informações do Brasil247
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