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O governo federal, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, iniciou o ano legislativo com uma missão clara: devolver a dignidade e o tempo de descanso à classe trabalhadora brasileira. A extinção da escala 6x1 — modelo exaustivo que obriga o trabalhador a cumprir seis dias de jornada para apenas um de folga — tornou-se a prioridade absoluta do Palácio do Planalto para este primeiro semestre. A estratégia é aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) até maio, transformando o fim dessa escala abusiva em uma das maiores marcas sociais da atual gestão em pleno ano eleitoral.
Diferente do descaso visto no governo anterior, que retirou direitos sob o falso pretexto de gerar empregos, a gestão Lula defende que não é justo que o cidadão trabalhe duro a semana inteira e não tenha tempo sequer para o convívio familiar ou o cuidado com a própria mente. A proposta unifica textos da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e de Reginaldo Lopes (PT-MG), prevendo a redução da carga horária semanal de 44 para 36 horas. O objetivo é permitir modelos mais humanos de trabalho, como a jornada de quatro dias por semana, sem que haja qualquer redução nos salários.
Atualmente, a PEC aguarda a designação de um relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já cedeu à pressão popular e classificou a discussão como "inadiável". Embora a oposição bolsonarista e setores empresariais tentem colocar obstáculos, alegando supostos impactos econômicos e inflação, a base aliada de Lula está mobilizada para mostrar que o aumento da produtividade e o bem-estar do trabalhador são fundamentais para o crescimento real do país. A ideia é ouvir todos os setores, mas sem permitir que a pauta seja enterrada por interesses meramente patronais.
A mobilização nas redes sociais e o apelo popular foram fundamentais para que o tema ganhasse essa força avassaladora no Parlamento. O governo entende que a redução da jornada é uma tendência global e uma necessidade urgente para um povo que sofre com o esgotamento físico e mental. Uma reunião estratégica entre Lula e Hugo Motta deve ocorrer nos próximos dias para selar o cronograma de votação. A expectativa é que, após passar pela CCJ, uma comissão especial seja criada para analisar o mérito com agilidade, permitindo que a matéria chegue ao plenário para votação histórica.
O avanço desta pauta é mais uma prova de que o Brasil voltou a ter um governo que olha para o andar de baixo. Enquanto o bolsonarismo tentava convencer o trabalhador de que ter direitos era um problema, a base de Lula reafirma que a valorização da mão de obra é o motor da economia. Ao defender o fim da escala 6x1, o governo atende a um clamor que nasceu nas ruas e que agora ganha forma de lei, batendo de frente com a lógica de exploração que ainda resiste em setores do Congresso Nacional.
A aprovação da PEC será um divisor de águas nas relações trabalhistas no Brasil, consolidando um novo padrão de vida para milhões de brasileiros que hoje vivem para trabalhar. Com a articulação política a pleno vapor, o Palácio do Planalto espera entregar essa vitória ao povo ainda no primeiro semestre, reforçando o compromisso de campanha de Lula: colocar o pobre no orçamento e o trabalhador no centro das decisões nacionais. A batalha legislativa será intensa, mas a vontade popular e a determinação do governo prometem superar a resistência conservadora.
Com informações do Brasil 247
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